Da Internet:
Sr. Luis Inácio Lula da Silva:
Causa indignação a qualquer cidadão medianamente esclarecido ouvir ou ler a asneira abaixo, pronunciada por uma pessoa semi-analfabeta, despreparada, sem nenhuma ética, que 52 milhões de abobalhados colocaram na presidência da república do Brasil. Esclarecendo: asneira vem de asno ou burro.
O senhor passou a sua vida toda, juntamente com o seu partido, mentindo para um povo até conseguir conquistar as consciências de 52 milhões de incautos que não sabem distinguir óleo de água e agora, depois de ter implantado no Brasil o maior esquema de corrupção jamais visto no mundo, ainda vem dar uma de "o mais honesto do país" com essa afirmação desproposital, descabida e desrespeitosa.
Pois eu lhe digo, senhor Luis Inácio: eu sou um brasileiro de 62 anos de idade, não sou analfabeto, meus pais não eram analfabetos, eu recebi uma educação doméstica, moral e formal para dizer ao senhor, o seguinte: me respeite! Respeite o meu país! Respeite as pessoas que estão indignadas com a sua desfaçatez!
Se o senhor acha que o único repositório da ética e da moral deste país é o senhor, pois fique sabendo que eu quero discutir com o senhor sobre ética e moral, cara a cara, olho no olho.
Eu quero que o senhor me explique como é que Delúbio Soares e Sílvio Pereira armaram o esquema criminoso que resultou neste mar de lama que emporcalha a história do Brasil sem que o senhor, o José Genoíno e o José Dirceu soubessem de nada.
Eu quero que o senhor me explique, cara a cara, olho no olho, porque Celso Daniel, prefeito de Santo André, foi assassinado friamente e o seu governo agiu no sentido de paralisar as investigações. Será que o senhor sabe o que significa obstrução da justiça? Pois foi isto o que o senhor fez, obstruiu a justiça. Se o Brasil fosse um pais sério, o senhor já estaria na cadeia só por isto.
Eu quero que o senhor me explique porque mandou a prefeita de São José dos Campos, Ângela Guadagnin, exonerar o secretário de finanças Paulo de Tarso Venceslau só porque este, que também fora secretário de finanças da prefeitura de Campinas, descobriu um esquema de desvio de dinheiro público operado pela CPEM que somente em 1992 desviou 10,5 milhões de dólares da prefeitura de São José dos Campos, sem falar nas outras três onde o esquema funcionava (Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto, esta última tendo como prefeito Antônio Palocci, atual ministro da fazenda), dinheiro esse que se destinava a alimentar o caixa 2 do PT.
Nesse esquema o Paulo Okamoto, que não detinha cargo público e era apenas militante do PT, fazia o papel que o Sílvio Pereira fez até ser desmascarado recentemente.
Note que estes fatos ocorreram há 12/13 anos atrás. Não é de hoje, portanto, que o PT se utiliza desses esquemas criminosos para suprir o seu caixa 2 e aumentar o patrimônio de seus integrantes. Inclusive o seu e do seu filho, o Lulinha, que recentemente recebeu da Telamar cinco milhões e duzentos mil reais como investimento numa empresa que eu não pagaria um centavo por ela. A troco de quê, senhor Lula, a Telamar deu essa dinheirama toda ao seu filho?
O senhor e seus asseclas vivem dizendo que tudo é culpa das elites brasileiras. Para mim, as elites que jogaram o PT e o governo Lula na lama têm nomes: José Dirceu, Sílvio Pereira, Delúbio Soares, Marcos Valério e os que estão acima destes que o senhor tão bem conhece e eu não preciso citar. O senhor é o chefe de todos eles.
Pois eu lhe digo, senhor Lula: neste país nasceu antes do senhor um homem em condições de discutir com o senhor, cara a cara, olho no olho, sobre ética e muitos outros atributos que o senhor não possui, como por exemplo, capacidade administrativa, discernimento, iniciativa e coragem de tomar decisões.
E digo mais: não estou sozinho, pois o Brasil tem milhões de homens e mulheres que têm condições de discutir com o senhor sobre ética e moral. Quer me parecer que o senhor não entende o verdadeiro significado das palavras ética e moral, talvez seja este o caso, já que nunca estudou e se gaba de ter nascido de pais analfabetos.
Na verdade, quem se gaba de ter nascido de pais analfabetos e de ter pouco estudo não tem o direito de ofender todo um povo arvorando-se no único repositório da ética e da moral.
Senhor Lula, o senhor foi colocado onde está por pessoas tão ignorantes quanto o senhor. Mas eu devo lhe dizer que os homens e mulheres de bem deste país já estão cheios das asneiras que o senhor fala e faz e com suas bravatas, com a sua incapacidade sobejamente demonstrada em governar o país e com o fato de estar se esquivando de suas responsabilidades nos desmandos praticados pela cúpula dirigente do PT querendo nos fazer crer que Sílvio Pereira e Delúblio Soares agiram sozinhos.
Não creio que Sílvio Pereira e Delúbio Soares sejam tão burros assim. Só um idiota acreditaria nisso. E digo-lhe mais uma coisa: pare de subestimar a inteligência dos brasileiros, pare de ofender os brasileiros, principalmente aqueles que acreditaram em suas mentiras e suas falácias e lhe colocaram onde está hoje.
Está na hora do senhor devolver estes votos juntamente com um pedido de desculpas tomando a decisão de renunciar ao cargo para o qual o senhor nunca esteve preparado para exercer.
O trecho do discurso proferido pelo senhor, presidente Lula, para uma platéia de petroleiros da REDUC, Duque de Caxias, ofende pelo menos aqueles que possuem ética e dignidade neste país, o que não parece ser o seu caso:
"Neste país está para nascer alguém que venha querer discutir ética comigo. Eu digo sempre o seguinte: sou filho de pai e mãe analfabetos. E o único legado que eles deixaram, não apenas para mim, mas para toda a família, é que andar de cabeça erguida é a coisa mais importante que pode acontecer para um homem ou uma mulher. E eu conquistei o direito de andar de cabeça erguida neste país com muito sacrifício. E não vai ser a elite brasileira que vai fazer eu baixar a cabeça".
Estou pronto para discutir com o senhor sobre ética e outros assuntos a qualquer momento que o senhor escolher. Isto se o senhor tiver coragem, porque sempre foge do debate com a imprensa e com pessoas inteligentes. A maioria do povo brasileiro está de saco cheio com o senhor e com o seu PT - Partido dos Trambiqueiros.
Otacílio M. Guimarães - Presidente do CREA/CE
29 setembro, 2006
26 setembro, 2006
Saiba quanto o governo lhe toma
Lembram-se do post sobre carga tributária? Pois bem. Clicando na figura abaixo você terá como calcular com bastante fidelidade quanto o governo tem lhe tomado em forma de impostos e tributos diversos, todos os meses. É estarrecedor.
25 setembro, 2006
O ídolo da esquerda

Este vídeo de 1h é a prova viva do que as pessoas desonestas, que tentam "reescrever a História" segundo os moldes comunistas, desejam esconder das pessoas de bem.
http://www.cubaliberal.org/videos/LasTorturasdeCastro.wmv
Não adianta. A verdade nunca morrerá."É possível enganar alguns durante todo o tempo e enganar todos durante algum tempo, mas não é possível enganar todos durante todo o tempo" (Abraham Lincoln).
"E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra." (Gênesis 4:10).
22 setembro, 2006
O Chefe
No livro "O Chefe", o escritor e ex-petista Ivo Patarra, narra, através da imprensa e de relatos pessoais, o esquema político-criminoso que ficou conhecido como Mensalão. Ele vai além do que a "imprensa normal" foi, entrega os nomes de todos os envolvidos, inclusive o do "Poderoso Chefão".Nascido em São Paulo em 1958, Ivo Patarra, jornalista, foi repórter dos jornais Folha de S.Paulo, Folha da Tarde, Diário Popular e Jornal da Tarde.
O Livro "O Chefe" pode ser guardado no seu computador através de uma aquivo pdf. O download é gratuito e a distribuição é livre.
O link para o livro é:
http://www.escandalodomensalao.com.br/
20 setembro, 2006
Super BOX
No próximo dia 6 de dezembro será lançado nos EUA um Super BOX com 14 discos da cinessérie Superman.Os filmes virão dentro de uma lata do mais puro aço inoxidável repleta de itens de colecionador com acabamento de primeira. Haverá uma tira plástica para lacrar a lata, os discos virão em embalagens transparentes lenticulares, terão impressão metalizada e, como brinde, um vale-pôster, gibi da DC Comics, livro com guia de capítulos dos filmes e tudo o mais.
Confira abaixo a relação de filmes e materiais adicionais:
Filmes
* Superman - The Movie: (edição especial com 4 discos)
* Superman II: (edição especial com 3 discos, incluindo o filme original e a nova versão do diretor de Richard Donner - com comentários)
* Superman III
* Superman IV - The Quest For Peace
* Superman - O retorno (dois discos)
* Look, Up In The Sky! - The Amazing Story of Superman (documentário com duas horas de duração sobre o Super-Homem)
* You Will Believe - The Making of a Saga (documentário em seis partes sobre a franquia original do cinema)
Materiais adicionais* Documentários: A mitologia do Superman, A ciência do Superman, Lembrando Christopher Reeve.
* Superman - The Movie: Versão original de 1978 com trilha sonora em Dolby Digital 5.1 (pode ser escutada separadamente)
* Comentários dos produtores Pierre Spengler e Ilya Salkind
* Edição ampliada de 2000 com comentários de Richard Donner.
* Taking Flight: O desenvolvimento do documentário do Super-Homem.
* Making Superman - Documentário sobre o filme
* A magia por trás da capa
* Testes de cena
* Erros de gravações
* Making of Superman - Especiais de TV das décadas de 1970 e 1980.
* Filme: Superman and the Mole-Men (1951) - Estrelando George Reeves
* Desenhos animados da década de 1940 do Fleischer Studios
* Especial de TV: 50 anos do Super-Homem
* Featurette: A série de TV de Superman dos estúdio Fleischer.
* Desenhos animados remasterizados pelo Famous Studios.
* Superman II - Restaurando a visão original - Documentário
* Cenas removidas - Superman IV (comentários por Lawrence Konner e Mark Rosenthal).
* Superman - O retorno: Requiem para Krypton - Making of do filme
* Origens secretas e primeiras edições - Cristalizando o Super-Homem.
* Desenhando Superman - O retorno
* Filmagens - Super-Homem na fazenda
* Filmagens - Super-Homem na cidade
* Filmagens - Super-Homem em perigo
* A alegria de Lex - A ameaça ao Super-Homem.
* O fim das filmagens.
* Cenas removidas (comentários por Bryan Singer)
* Teaser Trailer
* Trailer
* Trailer do jogo
14 setembro, 2006
Carta às pessoas de bem
Liberdade: o espírito da coisa
Entramos na reta final do primeiro turno. É a fase decisiva dessa eleição. Uma grande quantidade de eleitores começa a processar sua decisão de voto. Cresce o interesse pela propaganda política. Se as pesquisas estão certas, a possibilidade de um segundo turno é real. Serra surpreendeu indo ao segundo turno em 2002 quando muita gente já dava a vitória de Lula como certa no primeiro turno.
Nesse momento, todos os brasileiros que temem pelo futuro da democracia têm o dever de agir para evitar o mal maior. Está em jogo mais do que eleição de um candidato da oposição. Está em jogo o futuro da nação que queremos para nossos filhos. Desde 2002 estamos sendo governados por gente que, segundo o Ministério Público Federal, constitui uma quadrilha para assaltar os cofres públicos. A cada dia novos escândalos emergem. Os cidadãos de bem e com algum nível de educação e informação foram levados da indignação à perplexidade e da perplexidade à paralisia e à falsa sensação de impotência. A saturação da mídia com uma avalanche de escândalos foi o artifício usado para levar-nos à letargia entorpecente. A garantia da impunidade e o poder de dar continuidade aos crimes contra o patrimônio público é o prêmio dos corruptos.
Por mais de uma vez os inquilinos do poder tentaram calar seus críticos. Projetos de controle da produção cultural e cerceamento da liberdade de imprensa foram ensaiados e somente contidos pela reação da opinião pública. Está em curso nesse momento, a primeira fase de outra escalada autoritária já utilizada pelo governo dessas mesmas forças no RS. Trata-se da manipulação deliberada da Justiça, através do patrocínio de uma verdadeira indústria de processos contra jornalistas e intelectuais críticos do governo, na tentativa de calar as vozes discordantes e que ousam se levantar contra descalabro político e administrativo vigente.
A cultura do “rouba mas faz” não é novidade na política brasileira. Mas, até então, confinava-se numa dimensão menor e localizada do sistema político. A novidade é o tamanho da roubalheira e a auto-anistia aplicada pelo sindicato da corrupção, que, recorrendo a artifícios da processualística parlamentar e a acordos imorais entre governistas e oposicionistas de rabo preso, patrocinaram o escândalo de todos os escândalos: a impunidade do mais hediondo dos crimes; o roubo do dinheiro público cujo destino seria a educação, a segurança e a saúde da população carente desse país, a qual o governo populista e autoritário corrompe com a distribuição de esmolas.
A vitória eleitoral do comandante mor de todo esse processo de corrupção moral da nação, embute um prejuízo de implicações históricas incalculáveis. Trata-se do aval político, concedido pelo povo, nas urnas, à continuidade e ampliação do processo de degeneração moral das instituições, patrocinado pelas forças políticas no poder.
Por mais que se defenda a tese, correta, de que as urnas não substituem a Justiça - não nos iludamos - a força com que um governante autoritário e populista emerge das urnas, se ungido com uma vitória em primeiro turno, será usada com o aval para a perpetuação no poder e a legitimação fraudulenta da corrupção, tornada sustentáculo oficial do governo.
Boa parte do resultado das pesquisas que se observa desde o início da campanha eleitoral na mídia se deveu à ilusão convincente da propaganda do projeto “bolsa-família” ao qual, por razões auto-evidentes, chamo de “bolsa-esmola”. Corremos o risco real, fruto da manipulação da opinião pública pelos inquilinos do poder, auxiliados por seus aliados na imprensa e pela incompetência e conivência das forças que deveriam lhes opor resistência e oposição, de ver perpetuarem-se no governo, indivíduos amorais e descomprometidos com a defesa da liberdade e da democracia.
Sinto-me um órfão sem representação política em quaisquer dos partidos existentes no país. Meu voto para presidente será destinado a um dos concorrentes da oposição, por falta de opção melhor. Considero-me um cidadão relativamente bem informado. Até onde sei, esse senhor em quem vou votar é moralmente íntegro; administrador competente e defensor da liberdade, da democracia e da redução dos impostos que alimentam a máquina de clientelismo e da corrupção que se instalou de forma generalizada na gestão pública brasileira.
Mas esse á uma decisão que cada um deve tomar segundo sua consciência. Não escrevo essas linhas para convencer meus leitores a votar no candidato que me parece o melhor ante as circunstâncias. Escrevo para apelar aos cidadãos de bem desse país. Falo para todos aqueles que desejam uma nação na qual a corrupção seja punida com a mesma Justiça que se devem punir os crimes hediondos. Na qual a manipulação da ignorância seja punida pelo voto. Na qual os patrocinadores de gerações de escravos políticos (miseráveis e eternos dependentes de esmola governamental), e vilipendiadores da liberdade e dos melhores valores morais sobre os quais se erigiu e civilização ocidental, sejam alijados do poder pelos mecanismos legais da democracia.
Parem para pensar! Será a perpetuação no poder desse descalabro o que desejamos para nós e para nossos filhos? Não posso acreditar que a nossa passividade se tornará co-responsável por isso tudo. Se você ainda tem alguma dúvida, dê a si mesmo a oportunidade de refletir. Ofereça-se a oportunidade de um segundo turno nessa eleição presidencial. Não anule seu voto. As cadeiras do poder que os corruptos, amorais e autoritários ocupam, não ficarão vagas por causa de sua atitude. Vote em alguém. Em qualquer um, menos em mensaleiros; menos em sanguessugas. Menos no chefe de todos eles!
Se você, como eu, sente-se órfão de representação política, saiba que nada me atormenta mais nesse momento que esse sentimento de indignação e quase impotência ante uma realidade tão adversa. Olho para meus filhos inocentes - um deles já é eleitor - e tenho vontade de chorar. Mas eu disse quase impotência.
No dia 1º de outubro, no sagrado momento da democracia em que todo o poder e a liberdade de escolha repousam nas mãos de cada um de nós, no silêncio solitário da urna, a decisão de tentar mudar tudo o que aí está, ou de deixar tudo como está, estará ao alcance das mãos e da consciência de cada um de nós.
Acorda! Levanta! Vai para rua! Lembre-se dos valores morais que você aprendeu com seus pais e que ensina a seus filhos. Defenda a liberdade e a democracia. Vale a pena!
Se você encontrar pela frente um eleitor dele, peça-lhe para mudar o voto. Se for o caso, diga-lhe que ele pode confirmar a intenção de voto no segundo turno. Convença seus amigos; colegas de trabalho; vizinhos, a acreditar que é possível mudar. Nós fizemos isso no referendo das armas. Contra todas as pesquisas, nós votamos em defesa da liberdade de escolha! E vencemos! Convença todos que você puder, a votar pela garantia de um segundo turno. Nem que seja apenas para termos a oportunidade de refletir e avaliar melhor, se a continuidade do que está aí é o que realmente queremos para nossa nação. Vale votar em qualquer um; repito, menos neles! Menos nele!
Escrita por Paulo Moura, cientista político.
Entramos na reta final do primeiro turno. É a fase decisiva dessa eleição. Uma grande quantidade de eleitores começa a processar sua decisão de voto. Cresce o interesse pela propaganda política. Se as pesquisas estão certas, a possibilidade de um segundo turno é real. Serra surpreendeu indo ao segundo turno em 2002 quando muita gente já dava a vitória de Lula como certa no primeiro turno.
Nesse momento, todos os brasileiros que temem pelo futuro da democracia têm o dever de agir para evitar o mal maior. Está em jogo mais do que eleição de um candidato da oposição. Está em jogo o futuro da nação que queremos para nossos filhos. Desde 2002 estamos sendo governados por gente que, segundo o Ministério Público Federal, constitui uma quadrilha para assaltar os cofres públicos. A cada dia novos escândalos emergem. Os cidadãos de bem e com algum nível de educação e informação foram levados da indignação à perplexidade e da perplexidade à paralisia e à falsa sensação de impotência. A saturação da mídia com uma avalanche de escândalos foi o artifício usado para levar-nos à letargia entorpecente. A garantia da impunidade e o poder de dar continuidade aos crimes contra o patrimônio público é o prêmio dos corruptos.
Por mais de uma vez os inquilinos do poder tentaram calar seus críticos. Projetos de controle da produção cultural e cerceamento da liberdade de imprensa foram ensaiados e somente contidos pela reação da opinião pública. Está em curso nesse momento, a primeira fase de outra escalada autoritária já utilizada pelo governo dessas mesmas forças no RS. Trata-se da manipulação deliberada da Justiça, através do patrocínio de uma verdadeira indústria de processos contra jornalistas e intelectuais críticos do governo, na tentativa de calar as vozes discordantes e que ousam se levantar contra descalabro político e administrativo vigente.
A cultura do “rouba mas faz” não é novidade na política brasileira. Mas, até então, confinava-se numa dimensão menor e localizada do sistema político. A novidade é o tamanho da roubalheira e a auto-anistia aplicada pelo sindicato da corrupção, que, recorrendo a artifícios da processualística parlamentar e a acordos imorais entre governistas e oposicionistas de rabo preso, patrocinaram o escândalo de todos os escândalos: a impunidade do mais hediondo dos crimes; o roubo do dinheiro público cujo destino seria a educação, a segurança e a saúde da população carente desse país, a qual o governo populista e autoritário corrompe com a distribuição de esmolas.
A vitória eleitoral do comandante mor de todo esse processo de corrupção moral da nação, embute um prejuízo de implicações históricas incalculáveis. Trata-se do aval político, concedido pelo povo, nas urnas, à continuidade e ampliação do processo de degeneração moral das instituições, patrocinado pelas forças políticas no poder.
Por mais que se defenda a tese, correta, de que as urnas não substituem a Justiça - não nos iludamos - a força com que um governante autoritário e populista emerge das urnas, se ungido com uma vitória em primeiro turno, será usada com o aval para a perpetuação no poder e a legitimação fraudulenta da corrupção, tornada sustentáculo oficial do governo.
Boa parte do resultado das pesquisas que se observa desde o início da campanha eleitoral na mídia se deveu à ilusão convincente da propaganda do projeto “bolsa-família” ao qual, por razões auto-evidentes, chamo de “bolsa-esmola”. Corremos o risco real, fruto da manipulação da opinião pública pelos inquilinos do poder, auxiliados por seus aliados na imprensa e pela incompetência e conivência das forças que deveriam lhes opor resistência e oposição, de ver perpetuarem-se no governo, indivíduos amorais e descomprometidos com a defesa da liberdade e da democracia.
Sinto-me um órfão sem representação política em quaisquer dos partidos existentes no país. Meu voto para presidente será destinado a um dos concorrentes da oposição, por falta de opção melhor. Considero-me um cidadão relativamente bem informado. Até onde sei, esse senhor em quem vou votar é moralmente íntegro; administrador competente e defensor da liberdade, da democracia e da redução dos impostos que alimentam a máquina de clientelismo e da corrupção que se instalou de forma generalizada na gestão pública brasileira.
Mas esse á uma decisão que cada um deve tomar segundo sua consciência. Não escrevo essas linhas para convencer meus leitores a votar no candidato que me parece o melhor ante as circunstâncias. Escrevo para apelar aos cidadãos de bem desse país. Falo para todos aqueles que desejam uma nação na qual a corrupção seja punida com a mesma Justiça que se devem punir os crimes hediondos. Na qual a manipulação da ignorância seja punida pelo voto. Na qual os patrocinadores de gerações de escravos políticos (miseráveis e eternos dependentes de esmola governamental), e vilipendiadores da liberdade e dos melhores valores morais sobre os quais se erigiu e civilização ocidental, sejam alijados do poder pelos mecanismos legais da democracia.
Parem para pensar! Será a perpetuação no poder desse descalabro o que desejamos para nós e para nossos filhos? Não posso acreditar que a nossa passividade se tornará co-responsável por isso tudo. Se você ainda tem alguma dúvida, dê a si mesmo a oportunidade de refletir. Ofereça-se a oportunidade de um segundo turno nessa eleição presidencial. Não anule seu voto. As cadeiras do poder que os corruptos, amorais e autoritários ocupam, não ficarão vagas por causa de sua atitude. Vote em alguém. Em qualquer um, menos em mensaleiros; menos em sanguessugas. Menos no chefe de todos eles!
Se você, como eu, sente-se órfão de representação política, saiba que nada me atormenta mais nesse momento que esse sentimento de indignação e quase impotência ante uma realidade tão adversa. Olho para meus filhos inocentes - um deles já é eleitor - e tenho vontade de chorar. Mas eu disse quase impotência.
No dia 1º de outubro, no sagrado momento da democracia em que todo o poder e a liberdade de escolha repousam nas mãos de cada um de nós, no silêncio solitário da urna, a decisão de tentar mudar tudo o que aí está, ou de deixar tudo como está, estará ao alcance das mãos e da consciência de cada um de nós.Acorda! Levanta! Vai para rua! Lembre-se dos valores morais que você aprendeu com seus pais e que ensina a seus filhos. Defenda a liberdade e a democracia. Vale a pena!
Se você encontrar pela frente um eleitor dele, peça-lhe para mudar o voto. Se for o caso, diga-lhe que ele pode confirmar a intenção de voto no segundo turno. Convença seus amigos; colegas de trabalho; vizinhos, a acreditar que é possível mudar. Nós fizemos isso no referendo das armas. Contra todas as pesquisas, nós votamos em defesa da liberdade de escolha! E vencemos! Convença todos que você puder, a votar pela garantia de um segundo turno. Nem que seja apenas para termos a oportunidade de refletir e avaliar melhor, se a continuidade do que está aí é o que realmente queremos para nossa nação. Vale votar em qualquer um; repito, menos neles! Menos nele!Escrita por Paulo Moura, cientista político.
06 setembro, 2006
Carga Tributária: que bicho é esse?

Tributo é todo o dinheiro que o governo rouba e extorque de quem trabalha e produz, a pretexto de custear os serviços estatais. A maior parte dos países desenvolvidos tem uma carga tributária de moderada a leve e, mesmo assim, consegue oferecer serviços satisfatórios aos seus cidadãos.
O governo Lula, cujos serviços esseciais (segurança, educação e saúde) são de péssima qualidade, tem a maior carga tributária do planeta, cerca de 40% do PIB (Produto Interno Bruto), toda a riqueza que se produz no país através do trabalho duro.
Trocando em miúdos:
- Se você recebe mais de 4 salários mínimos, por exemplo, 1400 reais, o governo vai lhe tomar aproximadamente 560 reais quando você resolver adquirir bens ou serviços e mais outra facada de 108 reais do Imposto de Renda. Do seu rendimento de 1400 reais lhe restarão apenas 732 pra você sobreviver com sua família.
- Se você recebe um salário mínimo, você é considerado "isento" do pagamento de Imposto de Renda. Pensa que escapou? Se sim, fique esperto! O governo vai confiscar 140 reais do seu minguado salário quando você se atrever a comprar qualquer coisa, deixando-lhe com apenas 210 reais na mão.
- Se você recebe só um "bolsa-esmola" de 50 reais pra votar no Lula, saiba que ele está comprando o seu voto por muito menos, pois desse valor só vão lhe restar 30 reais (e olhe lá). Os outros vinte irão parar nos cofres do mesmo governo que te comprou, quem sabe para engordar o caixa 2 dos mensaleiros...
Seu voto acaba valendo ainda menos do que parece.
05 setembro, 2006
Sabres em riste
Todos sabemos que John Williams é um dos maiores compositores do século XX e da atualidade. Sabemos também que ele tem uma legião de fãs por conta de seu trabalho musical, especialmente por sua obra na hexalogia Star Wars.
Costumeiramente, suas apresentações nos Estados Unidos têm as lotações esgotadas. No último dia 2 de setembro, no Hollywood Bowl, Califórnia, durante a execução da Imperial March, tema do filme Star Wars - Episode V: Empire Strikes Back, alguns fãs engueram seus sabres de luz e permaneceram com eles em riste durante toda a música, para delírio dos presentes. Confira:
Costumeiramente, suas apresentações nos Estados Unidos têm as lotações esgotadas. No último dia 2 de setembro, no Hollywood Bowl, Califórnia, durante a execução da Imperial March, tema do filme Star Wars - Episode V: Empire Strikes Back, alguns fãs engueram seus sabres de luz e permaneceram com eles em riste durante toda a música, para delírio dos presentes. Confira:
04 setembro, 2006
Star Wars: Force Unleashed
Este é o preview do próximo jogo Star Wars a ser lançado, retratando o período entre os episódios III e IV. Impressive! Most impressive!
02 setembro, 2006
Concurso público para os políticos
Através de eleições livres, os cidadãos de uma democracia conferem poderes aos seus líderes conforme definido na lei. Numa democracia constitucional, o poder é dividido de modo que o Legislativo faz as leis, o Executivo obriga ao seu cumprimento e as executa e o Judiciário funciona de forma independente, julgando as questões tendo a lei como parâmetro.
Para um cidadão assumir a Magistratura e integrar o Poder Judiciário no Brasil, exige-se dele a aprovação num rígido concurso público de provas e títulos. Ou seja, a função estatal de julgar questões baseadas em leis requer um grau mínimo de apuro técnico e de formação intelectual.
Seria natural, então, exigirmos dos cidadãos escolhidos para confecionar e elaborar as leis que nos regem, apuro e formação ainda maiores ou, no mínimo, iguais aos dos magistrados. Da mesma forma, ou até com maior intensidade, tais requisitos deveriam pautar a escolha dos postulantes ao Executivo.
Defendo a realização de um rigoroso concurso público para quem quiser registrar uma candidatura ao Legislativo ou ao Executivo. Só os que passassem concorreriam à eleição. As notas seriam divulgadas durante a campanha. Isso não resolveria de todo o problema da corrupção, mas eliminaria boa parte da imundície e do oportunismo dos criminosos mais rasteiros.
Para um cidadão assumir a Magistratura e integrar o Poder Judiciário no Brasil, exige-se dele a aprovação num rígido concurso público de provas e títulos. Ou seja, a função estatal de julgar questões baseadas em leis requer um grau mínimo de apuro técnico e de formação intelectual.
Seria natural, então, exigirmos dos cidadãos escolhidos para confecionar e elaborar as leis que nos regem, apuro e formação ainda maiores ou, no mínimo, iguais aos dos magistrados. Da mesma forma, ou até com maior intensidade, tais requisitos deveriam pautar a escolha dos postulantes ao Executivo.
Defendo a realização de um rigoroso concurso público para quem quiser registrar uma candidatura ao Legislativo ou ao Executivo. Só os que passassem concorreriam à eleição. As notas seriam divulgadas durante a campanha. Isso não resolveria de todo o problema da corrupção, mas eliminaria boa parte da imundície e do oportunismo dos criminosos mais rasteiros.
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