02 Outubro, 2006

80 milhões dizem: FORA LULA


É, amigos... Não queremos mais 4 anos de Lula.

E olhem que tivemos que enfrentar uma gigantesca e esmagadora máquina de propaganda, inédita no país. Isso sem falar no [i]doping[/i] do Bolsa-Família - verdadeiro esquema de compra de votos institucionalizado e legalizado, embora imoral.

De um universo de 125.913.479 eleitores, quase 80 milhões (79.249.329 ou 62,94%) decidiram dar um basta ao governo corrupto do PT. Destes, cerca de 30 milhões (29.915.353) preferiram fazê-lo da forma menos eficiente e mais arriscada: abstendo-se de votar, anulando seu voto ou votando em branco (dá tudo na mesma).

Essa forma de demonstrar indignação é a menos eficiente e mais arriscada porque favorece diretamente o dono do poder, o chefão do esquema. Foi a mesma estratégia que beneficiou o proto-ditador venezuelano Hugo Chávez a tomar de assalto as instituições daquele país. Nas pseudo-eleições e referendos chavistas, o índice de abstenção atingiu um dos mais altos patamares na história da Venezuela. Não funcionou.

Aqui, os 49.333.976 de brasileiros que escolheram o 2º turno não votaram em Alckmin, Heloísa ou Cristovam. Eles quiseram dar um sonoro e bem dado não ao descaramento dos que, pegos em flagrante, preferiram acusar as vítimas. Um não ao maior esquema de corrupção com fins totalitários já orquestrado na história deste país.

Os brasileiros que se sentirem representados pelas críticas contundentes à corriola que está com as patas sujas no dinheiro público deverão votar na oposição ao governo petista, forçando-o a responder pelos seus esquemas escusos.

Não sou tucano. Meu voto não será ideológico ou partidário, mas sim pragmático. Eu e outros 80 milhões de brasileiros esperamos que a atual oposição se mostre disposta a ir até o fim com essa história. Custe o que custar.

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